Fisioterapia

28/11/2013 às 13:00

Como atenuar as rugas do rosto sem precisar realizar cirurgia plástica?

 

 

Quando o assunto é deixar a pele mais firme, saudável e rejuvenescida, os tratamentos estéticos estão aí para dar aquela força

As acadêmicas Bruna Nunes e Camila Tessmann do último semestre do curso de Fisioterapia da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) realizaram recentemente um estudo sob orientação da Msc. Maria Teresa Bicca Dode com objetivo verificar os efeitos da Radiofrequência não-ablativa no tratamento de rugas faciais.

Esse é um tema muito discutido atualmente na sociedade, afinal, como atenuar as rugas do rosto sem precisar realizar cirurgia plástica? Para isso entra em cena o aparelho mais conhecido como “lifting não cirúrgico” e que propicia para indivíduos descontentes com sua pele tanto do rosto quanto do corpo, uma forma de rejuvenescimento indolor.

Os efeitos térmicos da Radiofrequência causam a desnaturação do colágeno promovendo uma imediata e eficaz contração de suas fibras, ativando assim fibroblastos e ocasionando reorganização das fibras colágenas e um subsequente remodelamento tecidual.

Em vista deste novo tratamento, o estudo contou com quatro participantes, sendo elas do sexo feminino e com idades entre 45 e 60 anos.Estas mulheres compareceram no Marine SPA Urbano, na cidade de Pelotas para realizarem avaliação facial e fotos, seguidas de cinco sessões semanalmente de radiofrequência facial, após as quais realizou-se uma nova avaliação facial, novas fotos e dessa vez também foi aplicada uma escala de satisfação pessoal em cada paciente. Vale ressaltar que durante as sessões não houveram efeitos adversos nem intercorrências, e as quatro pacientes estavam aptas a realizarem o tratamento sem possuírem contra-indicações para sua realização.

Após a avaliação final, o trabalho apontou que a Radiofrequência é capaz de reduzir graus de rugas de acordo com a escala de rugas utilizada pelas alunas, também é capaz de deixar a pele mais firme, melhorando assim a sua flacidez, a hidratação e a textura. Duas pacientes mostraram que apesar de terem conhecimento de que o resultado é sutil e demorado, relataram no dia da avaliação final que o tratamento “não mudou” em relação à condição inicial em que se encontrava sua pele. Isso mostra a dificuldade de um indivíduo perceber melhoras físicas em si mesmo. Contudo, as outras duas participantes do estudo relataram que “melhorou muito” em relação à condição inicial antes do tratamento.

As autoras do estudo revelam que ainda há uma deficiência de artigos científicos na área da Fisioterapia Dermato Funcional sobre esse tipo de tratamento, e que devem ser investigados mais a fundo, sendo necessária a realização de mais estudos abrangendo esse campo da fisioterapia.


Por Giane

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